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Em 1944 foi fundada a Vegan Society na Inglaterra, a primeira entidade a tratar deste tema, e que criou a expressão “vegano”. Em 1994, a presidente desta entidade, Louise Wallis, institui o 1º de novembro como sendo o Dia Mundial do Veganismo, data em que se comemorou os 50 anos da entidade.

 

Segundo a Vegan Society, o veganismo é “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros – e todos mais entre eles – há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como o couro e qualquer produto testado em animais.”

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O dia em que a humanidade se tornar vegana nós assistiremos não apenas a libertação animal mas a libertação humana de uma das fontes de violência mais significativas e permanentes em nossa sociedade que é o uso animal, já que sempre implica em atos de violência como o aprisionamento, a escravidão, injúrias e o sacrifício de seres que sentem emoções e sensações, que não permanecem inertes, gemem, gritam e demonstram a angústia de quem vê o extermínio próximo de si. Para melhor avaliarmos, em média 150 milhões de animais são abatidos diariamente pelas mãos humanas para uso apenas na alimentação (sem computar a fauna aquática e o abate clandestino).

 

O uso de um animal acarreta a destruição de sua identidade, de sua vida social e de sua autonomia. Invade-se a esfera mais íntima do ser, controlando-o de forma absoluta, até a sua reprodução deixa de ser livre passando a ser forçada conforme a finalidade para qual é criado. Em síntese, o uso dos animais implica em escravidão (por exemplo vacas leiteiras) e/ou sacrifício (por exemplo bois), ambos são atos considerados de violência em nossa sociedade, punidos penalmente quando ocorrem entre humanos. Ser o protagonista destes atos implica em consequências físicas, psíquicas e espirituais, influenciando na esfera pessoal e social do indivíduo.

 

Aderir ao veganismo significa não apenas libertar os animais do sofrimento e do sacrifício, mas, aos poucos, modificar a própria fisiologia do pensar: do matarás os animais para o não-matarás! Significa participar ativamente da mudança de um sistema mundo de destruição da vida em alta escala, para um sistema de preservação da vida em alta escala. Libertar-se do uso animal, representa também, libertar-se de uma das fontes mais trágicas de violência presentes em nosso mundo, nos aproximando dos princípios éticos que levam ao amor ao próximo e a si mesmo, como a tolerância, a não-violência e a fraternidade.

 

1º de novembro, Dia Mundial do Veganismo. Libertação animal e humana!

 

Em 1944 foi fundada a Vegan Society na Inglaterra, a primeira entidade a tratar deste tema, e que criou a expressão “vegano”. Em 1994, a presidente desta entidade, Louise Wallis, institui o 1º de novembro como sendo o Dia Mundial do Veganismo, data em que se comemorou os 50 anos da entidade.

 

Segundo a Vegan Society, o veganismo é “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros – e todos mais entre eles – há uma versão do veganismo para todos os gostos. No entanto, uma coisa que todos nós temos em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de todos os alimentos de origem animal, como: carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como o couro e qualquer produto testado em animais.”

 

O dia em que a humanidade se tornar vegana nós assistiremos não apenas a libertação animal mas a libertação humana de uma das fontes de violência mais significativas e permanentes em nossa sociedade que é o uso animal, já que sempre implica em atos de violência como o aprisionamento, a escravidão, injúrias e o sacrifício de seres que sentem emoções e sensações, que não permanecem inertes, gemem, gritam e demonstram a angústia de quem vê o extermínio próximo de si. Para melhor avaliarmos, em média 150 milhões de animais são abatidos diariamente pelas mãos humanas para uso apenas na alimentação (sem computar a fauna aquática e o abate clandestino).

 

O uso de um animal acarreta a destruição de sua identidade, de sua vida social e de sua autonomia. Invade-se a esfera mais íntima do ser, controlando-o de forma absoluta, até a sua reprodução deixa de ser livre passando a ser forçada conforme a finalidade para qual é criado. Em síntese, o uso dos animais implica em escravidão (por exemplo vacas leiteiras) e/ou sacrifício (por exemplo bois), ambos são atos considerados de violência em nossa sociedade, punidos penalmente quando ocorrem entre humanos. Ser o protagonista destes atos implica em consequências físicas, psíquicas e espirituais, influenciando na esfera pessoal e social do indivíduo.

 

Aderir ao veganismo significa não apenas libertar os animais do sofrimento e do sacrifício, mas, aos poucos, modificar a própria fisiologia do pensar: do matarás os animais para o não-matarás! Significa participar ativamente da mudança de um sistema mundo de destruição da vida em alta escala, para um sistema de preservação da vida em alta escala. Libertar-se do uso animal, representa também, libertar-se de uma das fontes mais trágicas de violência presentes em nosso mundo, nos aproximando dos princípios éticos que levam ao amor ao próximo e a si mesmo, como a tolerância, a não-violência e a fraternidade.

 

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