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A economia doméstica tem suas raízes na revolução industrial, quando se estabeleceu como uma ação “higienista” destinada às famílias dos operários, visando orientá-los sobre as questões ligadas à higiene, alimentação, saúde e cuidado com as crianças. Essa ação foi motivada pelas más condições de vida dessas famílias e acabou estendendo-se para toda a sociedade, em um movimento de preservação dos bons costumes e do bem estar familiar.

No Brasil, a economia doméstica se fez presente na educação feminina conduzida por feiras francesas nos “colégios de moças”, com o principal objetivo de preparar as alunas para serem boas esposas e mães. A abordagem sempre envolveu mais que apenas contabilizar gastos.

Após a Segunda Guerra Mundial, a profissão Economista Doméstico foi introduzida no Brasil a partir das influências das escolas de economia doméstica americanas, com o intuito de formar profissionais para atuarem em programas de desenvolvimento rural mantidos pelo governo, em um caráter altamente assistencialista.

Após passar por muitas mudanças, atualmente o profissional Economista Doméstico é comprometido com a qualidade de vida das famílias e indivíduos. Possui uma sólida formação e seus conhecimentos abrangem as ciências sociais, biológicas, nutrição, economia e administração. Esse profissional atua em programas de atendimento familiar, ONGs, educação do consumidor, administração familiar entre outros trabalhos.

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A importância da economia doméstica

Falar de economia doméstica é falar de saúde financeira e de qualidade de vida. Os aspectos tratados por ela vão além de saber fazer uma planilha de gastos mensais. Ela envolve o uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos, as atitudes cotidianas que evitam o desperdício e as ações voltadas ao consumo consciente.

A introdução sobre a profissão do Economista Doméstico não significa que você tenha que se especializar para realmente melhorar sua relação de consumo e planejamento. Algumas práticas podem ajudar a controlar o orçamento doméstico, diminuir as despesas e colaborar para o desenvolvimento social sustentável:

Água: economize no banheiro, elimine vazamentos, use a vassoura e não a mangueira para varrer a calçada, não deixe torneiras pingando e opte por modelos com sensores automáticos;

Alimentos: prefira produtos da estação, aproveite todas as partes de verduras e legumes, manuseie com cuidado os alimentos para não danificá-los, consuma produtos da região (ajudando a reduzir os custos de transporte), faça um cardápio para a semana (existe muito desperdício doméstico com frutas, legumes e verduras) e atenção à validade dos produtos;

Reciclagem: priorize produtos ambientalmente corretos, consuma somente o necessário, evite mercadorias com muitas embalagens, separe seu lixo para coleta seletiva, doe o que não serve mais para você, use os dois lados da folha de papel, imprima somente o necessário e use sacolas ecológicas quando for às compras;

Energia: economize ao lavar e passar roupa, lavando e passando uma grande quantidade de roupas de uma vez e não exagerando no sabão em pó. Use o ar condicionado com moderação, não deixe os aparelhos em stand by, diminua o tempo do banho, não abra muito a geladeira para ela gastar menos energia e use somente aparelhos com selo Procel;

Dinheiro: faça sua planilha de gastos mensais, prefira compras à vista, use o cartão de crédito com responsabilidade, pesquise as melhores ofertas, avalie bem quando comprar a prazo, não despreze as moedas e não consuma produtos piratas.

Considerando esses aspectos, estaremos no caminho da prática de uma economia doméstica mais sustentável e contribuindo para a construção de um mundo melhor. Você pode ter ficado curioso para pesquisar mais sobre o Economista Doméstico ou simplesmente motivado a melhorar suas decisões financeiras e de consumo. O importante agora é agir.

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