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Dia do Músico – História

Hoje é dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.

O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

Ela cantou e perseverou!

Segundo a história, Cecília era filha de uma família bem abastada no século II e foi prometida, mesmo à contra gosto, para um casamento arranjado com um rico cidadão de Roma, chamado Valeriano. Todos felizes, menos ela.

Durante o casamento ela cantou (quer dizer louvou, segundo nossos amigos cristãos) a Deus de todo o seu coração. Dizem que, graças a isso, conseguiu conservar seu celibato, mesmo casando com um pagão que não entendia o cristianismo e levar uma mensagem muito forte para os cidadãos do local onde residia. Essa mensagem perdurou por séculos.

2015-11-22 - 002 A canção fora tão forte para si mesma naquele dia, que durante sua vida conjugal, fez seu marido e cunhado se converterem ao cristianismo tempos depois.

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O prefeito de Roma, na época, ficou sabendo dessa conversão e exigiu que eles se “desconvertessem” sob pena de morte. A intolerância religiosa era bem comum antigamente (será que só naquela época?). Eles não se converteram e foram executados.

Sozinha, Cecilia também foi chamada a depor, tendo que informar o paradeiro dos tesouros do marido (reconhecidamente um nobre romano). O prefeito perguntou onde ela os tinha guardado e a resposta foi “guardei com os pobres”.

Sim, ela doou o tesouro aos mais necessitados. Irado com a ação, o prefeito exigiu que ela fosse ao templo e cultuasse os deuses do panteão romano (Júpiter, Marte, Netuno e outros).

Foi escoltada e no caminho convenceu os guardas a se converteram.

2015-11-22 - 003 Não satisfeito com a dificuldade em tornar Cecília uma pagã, Almachius (o prefeito), mandou trancafiá-la em uma câmara para morrer asfixiada por vapores quentes de água. Ela saiu ilesa, dias depois.

Esgotadas suas tentativas de tortura cruéis, o prefeito emitiu a sentença de morte por decapitação, sua última e definitiva cartada.

No dia que foi marcada a sentença em praça pública, Cecília levou três golpes de machado de seu algoz. Para a surpresa de todos, nada de decapitação, porém, o ferimento era mortal. Mesmo assim, por três dias ela viveu.

Como últimos desejos, pediram que distribuísse sua parte da riqueza e família para os pobres e que transformasse sua antiga casa em uma igreja cristã, desejos prontamente atendidos.

Que história, não é? Ela foi considerada patrona dos músicos a partir do século XV e desde então, nomeia o dia 22 de novembro como dedicados aos músicos.

Mito grego

Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.

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