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    Bioquímica do Sistema Dentário

     

     

    1. Esmalte

    Tecido mineralizado que recebe a coroa anatômica (96%). Obs.: Coroa anatômica x clinica

    É produzido pelos ameloblastos. O esmalte não é uma estrutura estática,
    pois ele perde e ganha minerais (OH, Ca, PO4) estando sujeito a DES RE.

    Entre pH 5,5 e 7,0 = ganha e perde mineral e pH < 5,5 ocorre a desmineralização,
    sendo considerado pH crítico

    Organização Estrutural do Esmalte 

     

    Mineral: D10, (T4)6, (M)2.

    D10 – Cátion bivalente (2 cargas positivas): Ca+2, Ng+2

    (T4)6– ânion trivalente (3 cargas negativas) PO4-3

    M2 – ânion monovalente (1 carga negativa): Oh, Cl, F

    Exemplos:

    – Ca10(PO4)6(OH)2 – Hidróxiapatita

    – Mg10(PO4)6(OH)2 – Magnésioapatita

    – Ca10(PO4)6(Cl)2 – Cloroapatita

    – Ca10(PO4)6(F)2 – Flúorapatita

     A inclusão de flúor traz alguma vantagem?

    *Torna a apatita mais resistente

    O esmalte dentário tem predomínio de cargas negativas na superfície e anfótero. Anfótero tem dualidade de carga, assim facilitando a retenção de proteínas.

    Amelogeninas – no espaço interprísmatico

    Enamelinas – glicina e hidróxiproplina

    Amelogeninas – proteínas durante a formação do esmalte.

    Enamelinas – aparecem quando o esmalte está formado.

    2 Dentina

    Tecido menos mineralizado do que o esmalte; (65%) mineral. E forma/delimita a câmara pulpar, está localizada abaixo do esmalte na coroa anatômica e abaixo do cemento na raiz dentária. É produzido por células especializadas chamadas odontoblastos.

    Capacidade de remineralização; Serve como suporte; pH critico < 6,5.

    Conteúdo resumido da aula do professor João Armando Brancher, da Universidade Positivo
    Contribuição: Leonardo Martins Sant’Anna

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