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Ler é produzir sentido; ensinar a ler e contextualizar textos: o leitor atribui ao texto que tem diante de si, o sentido que lhe é acessível.

“Se quisermos traçar uma especificidade para o ensino da língua portuguesa, é no trabalho com textos que encontraremos, ou seja o conteúdo da aula de português e o trabalho com texto” , para romper com a tradição formalista da aula de português é preciso acrescentar até mesmo pra coerência com o que foi proposto acima para toda a escola que também na aula de português o texto precisa ser tratado como dialogo e não apenas como escultura, para não repetir os mesmos velhos procedimento é preciso, antes de questionar a criatividade, a coerência, a coesão, a sequência dos episódios, a introdução d desenvolvimento, conclusão, estrutura dos parágrafos.

No que se refere à produção textual, no entanto não sabe trata de ensinar a escrever uma noticia de jornal apenas para ver se o texto do aluno ficou com cara de noticia de jornal não se trata de escrever uma crônica, nem um conto, nem um relatório. O veiculo em que tal texto vai ser publicado depois de ter sido escrito a primeira versão do texto, depois do discurso de seu conteúdo e de seu mérito.

Ensinar a escrever na aula de português é, portanto apresentar os contextos de dialogo em língua escrita e propicia aos alunos a participação nesses contextos, mais amplo deles é o dá língua escrita, que organiza nossa via na sociedade em que vivemos, e que é na definição de Tiberosky.
(…) uma atividade em busca de certa eficácia e perfeição, que se realiza por meio de um artefato gráfico-manual, impresso ou eletrônico para registrar, comunicar, controlar ou influir sobre a conduta dos outros que possibilita a produção e não só a reprodução, e que supõe tanto um efeito de distanciamento como uma intenção estética.

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Os alunos tem uma função importante a assumir que é, corrigir seus próprios textos dando-lhe autonomia. Essa pratica ele reescreve o texto substituindo por letras e palavras adequadas à norma padrão exigidas.

O texto pode ser incentivado pelo professor de diversas formas:
• pela leitura oral uma produção do aluno;
• pela troca de material entre duplas de estudantes ara que possas ser feito comentários;

Esta pratica permite que estudantes mais tímidos se manifestem e deem sua preciosa compreensão.

Quando o texto é trabalhado no quadro pelo professor, ele chama atenção dos alunos para os aspectos positivos da produção.

É preciso, pois, deixar claro para o aluno que o texto produzido por ele não termina na primeira versão. Ele precisa ser efeito, ele precisa entender que reescrever é está aprendendo a escrever. As correções devem ser feitas no final na elaboração do texto definitivo.

Quando o aluno começa a escrever seu texto a primeira contribuição preciosa se manifesta no tema. Este precisa ser um tema que chame atenção, mesmo porque ele vai descrever, e essa descrição só será trabalhada por ele com conhecimento e interesse em dar vida a fatos contados e escritos.

É interessante que ao trabalhar produção de texto observa-se a realidade do aluno, o que eles têm mais facilidades para narrar. Quando se tem um propósito, procura-se trabalhar as possibilidades do aluno, levá-lo para sua correção e, posterior determinar que eles criem a partir do tema exigido pelos professores.

Os procedimentos dos trabalhos são:

• eleger foco e conteúdo a ser revisado na produção;

• revisar diferentes tipos de problemas e orientar sobre a eficácia do problema;

• contextualizar a produção do texto a ser reescrito, diferentes características do gênero textual;

• propiciar a troca de informação;

• propor pratica individual da reescrita;

O aluno chega a apresentar habilidades que elegem símbolos compartilhados pelos alunos e professores nas ocorrências como:

• verificar a concordância
• organizar parágrafos
• pontuação
• repetição desnecessária de palavras ou expressão
• ortografia

O professor poderá adaptar novos símbolos conforme a necessidade.

A motivação do aluno em produzir textos vem do empenho trabalhado em sala de aula. Os limites da aprendizagem, habilidades e criatividade são dadas por cada individuo. A determinação em descrever é deixar o aluno sentir entusiasmo para produzir. Visto que a pratica da produção textual trabalha a timidez do aluno socializa o grupo, interage o conhecimento.

Sabemos, entretanto que as atividades descritas não são suficientes para habilitar o aluno ao uso do gênero oral que a vida em sociedade exige.

Por isso as competências orais os alunos são estimulados a perceber o quanto é importante considerar cada um dos elementos que compõem a situação de comunicação em que está inserido, com finalidade, onde e quando com quais instrumentos recursos de que pode dispor para atingir seus objetivos.

Quando nos propusemos a realizar esta tarefa levamos em consideração àqueles textos escritos que, sendo de uso frequente na comunidade, já ingressaram nas salas melhorando a competência comunicativa dos alunos.

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