Pteridófitas possuem menor valor em termos econômicos quando comparadas com as plantas repletas de sementes. Usadas para diversos fins diferentes, traz economia relevante de modo positivo e negativo.

Utilidade Econômica Das Pteridófitas

Pteridófitas: Fonte Alimentar

Presentes na dieta de diversas partes do globo terrestre. As partes consumidas são brotos porque quando pequenas possuem menor concentração de compostos químicos ao se comparar com tipos adultos. Pteridium aquilinum e matteuccia struthiopteris são as duas espécies populares no ciclo de consumo. Não se pode ignorar o fato de que estudos apontam existir índice alto de pessoas com câncer estomacal e intestinal nas regiões que consomem pteridófitas.

Interessante notar que no Brasil também existem regiões que apreciam o consumo das espécies, de forma especial em Minas Gerais, onde restaurantes oferecem brotos e báculos de samambaias, caso da Pteridium aquilinum, por exemplo. No preparo são realizadas sete fervuras no sentido de diminuir o princípio ativo e os compostos químicos.

Pteridófitas: Fonte Alimentar

Pecuária e Agricultura: Pteridófitas

Especialistas usam o gênero Azolla usam como espécie de fertilizante natural para cultivar arroz, em especial no sul do Vietnã e da China. Exemplares das espécies vivem em estado de simbiose como a cianobactéria do gênero Anabaena, com capacidade de fixar ao nitrogênio, importante para evoluir o sistema que cultiva ao permitir acontecer melhora na renda dos trabalhadores do campo.

A Pteridium aquilinum também tem destaque dentro do mundo econômico das Pteridófitas, conhecia por invadir pastagens e áreas agrícolas que se encontram abandonadas com thiaminase, enzima responsável por destruir a thiamina (vitamina B1) que nos casos extremos tem a capacidade de matar o gado. Consiste em espécie difícil de erradicar por casa dos rizomas subterrâneos que crescem em profundidade de modo acentuado.

O gênero equisetum também consiste em espécies capazes de gerar danos consideráveis ao gado por cada da concentração alta de cristas de sílica presentes na estrutura dos ramos. Após fazer o consumo os animais podem desenvolver danos no trato intestinais profundos ao ponto de causarem hemorragia.

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Espécies Comuns De Pteridófitas e Economia

Cavalinhas, xaxins, avencas e samambaias representam exemplos de plantas do grupo pteridófito. A importância econômica das espécies aconteceu no passado e ainda persiste no presente em determinadas regiões. Por exemplo, a cavalinha tinha importância antes de ser inventada como as esponjas de aço e os produtos de limpeza por causa da estrutura áspera. Feto-águia e samambaia-das-roças estão presentes como brotos em alimentos na forma de guisados em restaurantes brasileiros.

Nos dias atuais o interesse humano está na importância por causa do valor ornamental em termos de mercado. Tem presença comum de espécies diferentes para embelezar os jardins de maneira única.

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Desde Os Primórdios

Durante a época em que a Terra estava no começo da evolução as pteridófitas tiveram destaque por pioneirismo em sistema de vasos que conduzem conjuntos de nutrientes, o que ajudou ao transporte rápido de H2O no corpo vegetal e por consequência favoreceu na evolução de espécies de porte elevado. Interessante notar que os vasos também se constituíram para se adaptar nos ambientes terrestres.

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Estrutura Das Pteridófitas

Folha, caule e raiz são partes elementares do corpo das pteridófitas. Em termos gerais estão presentes na parte subterrânea e se desenvolvem de modo horizontal. Porém, em certas pteridófitas, caso dos xaxins, a parte fica no setor aéreo. Cada folha que existe na planta se divide em camadas menores denominadas “folíolos”. Grande parte está presente em campo terrestre, caso das briófitas, que de modo preferencial vivem nos locais sombreados e úmidos.

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Principais Tipos De Pteridófitas          

Selaginela: Vendia como musgo de modo errado em certas floriculturas. Compostas por folhas pequenas que evoluem do fino caule cilíndrico;

Cavalinha: Tem tamanho pequeno e caule que evolui da parte subterrânea para formar ramos retos que lembram de forma vaga o caule de cana-de-açúcar com diâmetro de um centímetro. Traz formas de fios que se agrupam em feixes e emergem do caule.

Licopódio: Traz caules subterrâneos que formam os ramos aéreos formadores de tipos menores do que a selaginela. Presente de modo comum nos formatos de buquês que acompanham os ramos de licopódios.

Samambaias: Pteridófitas modernas são chamadas de samambaias em termos populares. Isso inclui as rendas portuguesas, caso das avencas, xaxins e folhas aéreas, por exemplo. Em grande parte das espécies o caule está presente na parte subterrânea, conhecida como o rizoma que forma folhas aéreas.

No xaxim o caule traz características aéreas e estéreas a atingir dois e três metros. Por vezes as folhas são longas e apresentam folíolos que evoluem a partir das pontas, com características enroladas, que lembra a posição do feto dentro do útero. Dentro da época de reprodução as estruturas das folhas ficam férteis antes de surgirem pontos escuros, soros e unidades de reprodução verdadeira.

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Características Das Samambaias

Folha, caule e raiz são partes elementares do corpo das pteridófitas. Em termos gerais estão presentes na parte subterrânea e se desenvolvem de modo horizontal. Porém, em certas pteridófitas, caso das xaxins, a parte fica no setor aéreo. Em termos gerais cada folha que existe na planta se divide em camadas menores denominadas “folíolos”. Grande parte está presente em campo terrestre, caso das briófitas, que de modo preferencial vivem nos locais sombreados e úmidos.

Conhecidas por grandes folhas, divididas em excesso. Encontradas em todos os continentes, exceto na Antártida. No passado, o gênero era tratado como Pteridium aquilinum. Não tem sementes ou frutos, mas as folhas imaturas são comestíveis. Representa um dos mais antigos registros fósseis com sessenta milhões de anos antes de Cristo. A planta traz folhas grandes e triangulares a partir de porta-enxerto no subsolo de grande rasteira e pode formar moitas densas.

As folhas podem crescer até 2,5 m de comprimento ou mais, com o suporte, na gama de 0,6-2 m (entre dois e seis pés) de altura. Em ambientes frios a samambaia traz folha caduca uma vez que requer solos bem drenados, como quando crescem nas encostas dos morros, por exemplo.

Os esporos se encontram em estruturas no lado inferior da folha, chamados de soros. O arranjo linear é diferente de outros fetos e em direção ao centro.