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Transferência de tecnologia precisa acompanhar a velocidade do agronegócio Brasileiro brasileiro

agrônomo

Nesta semana, o Extensionismo Rural comemorou 70 anos de serviços prestados aos pequenos e médios produtores e, por consequência, à sociedade brasileira. Fruto de longa discussão, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) passou a ser realidade a partir de 2016. A Agência trabalha em parceira com os órgãos de extensão rural estaduais, como as Emateres, por exemplo, e traz novo ânimo para os extensionistas de todo o país.

Atualmente, metade dos produtores do país recebe assistência técnica. É o extensionista que transfere o conhecimento produzido na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), nos órgãos de pesquisa e nas universidades. São esses profissionais que transformam a linguagem científica em conhecimento prático.

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Fortalecer o extensionismo é possibilitar a maior presença de técnicos junto aos produtores e, com isso, identificar problemas, recomendar tecnologias e colher mais produtividade e qualidade tanto nos alimentos como na vida das famílias rurais.

O extensionismo é um instrumento de desenvolvimento econômico e social e também por isso ganha cada vez mais espaço no Congresso Nacional, onde existe inclusive a Frente Parlamentar para Assistência Técnica e Extensão Rural, presidida pelo Deputado Zé Silva, do Solidariedade de Minas Gerais, o Deputado mesmo é um extensionista e presidiu a Emater-MG e também a Asbraer, órgão que abriga todas as entidades de extensão rural do país.

Um dos grandes desafios da Frente Parlamentar é a criação de um fundo para investimentos em extensão rural. De acordo com dados da Anater, a agência está presente em 21 unidades da Federação e beneficia diretamente 90 mil famílias em 1.549 municípios. A União destina R$ 4 bilhões para a assistência técnica, um valor muito pequeno diante do desafio de atualizar  mais de 4 milhões produtores rurais enquadrados como pequenos, médios e familiar.

Nesta Semana Nacional do Extensionismo Rural cabe a reflexão sobre a necessidade de fortalecimento da Anater, que atua como o órgão de inteligência da assistência técnica e extensão rural e com isso construir um novo cenário para o produtor rural e atrair as novas gerações para a vida no campo.

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