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Você sabia? Que embora o ataque aos EUA pelo Japão em Pearl Harbor tivesse ocorrido em 7 de dezembro de 1941, o Brasil somente rompeu relações com o Eixo em 28 de janeiro de 1942? Que embora a marinha alemã tivesse afundado diversos navios mercantes brasileiros, com centenas de mortes, o Brasil só declarou guerra no final de agosto de 1942?

Acaba de ser lançado pela Editora Objetiva o interessante livro
O Brasil na Mira de Hitler, relato bem feito pelo jornalista Roberto Sander, que descreve com linguagem fácil, não acadêmica, mas com dados muito convincentes, como houve 1.081 brasileiros mortos em 34 ataques de submarinos alemães, de 1941 a 1944, ao longo da costa brasileira e da costa dos EUA, número que superou as vítimas brasileiras em terra na campanha posterior na Itália.

O autor descreve que a indecisão de entrar na guerra foi função da divisão que havia no governo Vargas, em que conviviam germanófilos – que acreditam na vitória de Hitler – e os pró-aliados, que finalmente prevaleceram; enquanto isso, espiões alemães no Rio de Janeiro e no Nordeste, tolerados pela facção totalitária do governo Vargas, transmitiam as informações por rádio sobre o curso dos navios que levavam suprimentos brasileiros para os EUA já em guerra, com a intenção de interceptação. Naquela altura, os americanos, ainda militarmente despreparados, não puderam evitar o afundamento de quatro navios brasileiros ao longo da costa americana, entre a Virgínia e Nova York.

Resenha sobre ‘O Brasil na Mira de Hitler’

Você sabia? Que embora o ataque aos EUA pelo Japão em Pearl Harbor tivesse ocorrido em 7 de dezembro de 1941, o Brasil somente rompeu relações com o Eixo em 28 de janeiro de 1942? Que embora a marinha alemã tivesse afundado diversos navios mercantes brasileiros, com centenas de mortes, o Brasil só declarou guerra no final de agosto de 1942?

Acaba de ser lançado pela Editora Objetiva o interessante livro
O Brasil na Mira de Hitler, relato bem feito pelo jornalista Roberto Sander, que descreve com linguagem fácil, não acadêmica, mas com dados muito convincentes, como houve 1.081 brasileiros mortos em 34 ataques de submarinos alemães, de 1941 a 1944, ao longo da costa brasileira e da costa dos EUA, número que superou as vítimas brasileiras em terra na campanha posterior na Itália.

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O autor descreve que a indecisão de entrar na guerra foi função da divisão que havia no governo Vargas, em que conviviam germanófilos – que acreditam na vitória de Hitler – e os pró-aliados, que finalmente prevaleceram; enquanto isso, espiões alemães no Rio de Janeiro e no Nordeste, tolerados pela facção totalitária do governo Vargas, transmitiam as informações por rádio sobre o curso dos navios que levavam suprimentos brasileiros para os EUA já em guerra, com a intenção de interceptação. Naquela altura, os americanos, ainda militarmente despreparados, não puderam evitar o afundamento de quatro navios brasileiros ao longo da costa americana, entre a Virgínia e Nova York.

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