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AS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS E O PRECONCEITO LINGUÍSTICO

A Língua é Única, Porém Múltipla__________________________________5
Exemplos Práticos______________________________________________5
Tipos de Variações Linguísticas___________________________________6
– Variação Regional______________________________________________6
– Variação Social________________________________________________6
– Variação Etária________________________________________________6
– Variação Sexual________________________________________________7
– Variação de Registro____________________________________________7
– Variação Histórica______________________________________________7
Subvariações________________________________________________

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– Gírias______________________________________________________

- Continua abaixo -

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– Jargão______________________________________________________

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-Dialetos____________________________________________________

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Preconceito Linguístico_________________________________________10
Referências Bibliográficas_______________________________________11
Anexos______________________________________________________

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INTRODUÇÃO

Neste trabalho, irei abordar as variações da língua, seja ela formal ou coloquial, moderna ou ultrapassada, pois todos os povos têm suas línguas variadas de acordo com a região, época, grupo social, situação, dentre outras formas de variação da língua que também serão abordadas aqui. Para se analisar melhor esse trabalho acadêmico, deve-se ter em mente que nenhuma variante é melhor que a outra, pois cada uma tem sua colocação em um determinado contexto.

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A LÍNGUA É ÚNICA, PORÉM MÚLTIPLA
O português sempre foi português. Talvez agora tenha um nome mais definido como “português brasileiro”, mas sempre foi a mesma língua. Então, por que ele é múltiplo? Ele é múltiplo pela sua capacidade de sempre se renovar, adquirindo palavras estrangeiras ao seu vocabulário e até mesmo resgatando palavras já esquecidas para atualidade por meio de algum evento externo que necessitou de tal mudança. E não é só o português que se renova. Todas as línguas de todos os povos têm suas variações e essas variações são chamadas de variações lingüísticas.

EXEMPLOS PRÁTICOS
Para se observar um pouco do motivo das mudanças da linguagem, podemos analisar a mudança de costumes. Vejamos se compararmos a vestimenta de uma mulher da década de cinquenta com a de uma mulheratual:

Antes as mulheres eram as chamadas damas ou mademoiselles, e sempre vestiam roupas que cobrissem grande parte de seus corpos. Eram prendadas e reservadas. Mimosas e doces. Não demonstravam muita sensualidade, mas a gentileza tratava de mostrar o afeto por alguém que desejassem, por exemplo.
Atualmente, roupas leves e descontraídas são as preferidas pelas mulheres. Ao contrário da década de cinquenta, no século XXI, as mulheres optam pela sensualidade e valorizam o corpo. Isso fez com que os nomes de antigamente não se enquadrassem mais. A língua, acompanhando a mudança de costumes, variou e hoje é mais provável que se utilize apelidos como “delícia” ou “sarada”.

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TIPOS DE VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS
– Variação Regional: A fala muda de acordo com o lugar onde se vive. Imagine um tio seu que mora em São Paulo, mas você mora em Recife, Pernambuco. Lá, seu tio foi influenciado por toda uma região em que aconteceram vários fatos que modificaram pouco a pouco a linguagem do local. Então seu tio vem à sua cidade e para te encontrar, precisa pegar uma “perua” que você conhece como “besta”. Essa mudança de alguma palavra ou sotaque de região para região é denominada variação regional.
– Variação Social: A fala muda de acordo com a sociedade em que se vive. Na variação social, deve-se levar em conta principalmente a condição social, ou financeira da sociedade em que uma pessoa vive. Aspectos como a educação são importantes influências no modo de falar de qualquer indivíduo. Sendo assim, doisjovens de idades iguais, mas que recebem educações diferentes, vão ter suas linguagens diferenciadas também. Vale lembrar que a diferença não vai determinar uma superioridade ou uma inferioridade, porém, a educação é que vai poder se distinguir entre de boa ou má qualidade, por exemplo.
– Variação Etária: A fala muda de acordo com a faixa etária, ou seja, com a idade da pessoa que fala. Um exemplo fácil de se entender é comparando um jovem de dezoito anos com alguém já idoso de sessenta de oito anos. A questão é como poderemos notar a comparação. Devemos comparar percebendo que as pessoas fixam seus modos de falarem nas épocas em que viveram, ou seja, o idoso trará marcas da época em que ele vivera mais jovem, pois sua fala se “solidificou” ali. Porém o jovem, que está vivendo sua juventude na época atual, falará como a geração atual fala.

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– Variação Sexual: A variação sexual está relacionada ao diferente modo lingüístico de pessoas com sexos diferentes. Uma mulher, por exemplo, tem traços mais delicados em sua fala, além de uni-la bastante com gestos corporais, já o homem, geralmente possui aspectos mais firmes, além de ser mais objetivo no que fala. Variação sexual também pode ser chamada de variação de gênero.

– Variação de Registro: É quando você adequa a sua oralidade para um determinado público a que você se dirige.

Isso é geralmente utilizado por questões de maior ou menor poder em alguma empresa por exemplo. Um funcionário fala com mais seriedade ou formalidade com seu superior enquantoque com um colega de trabalho se expressa de modo mais liberto.
– Variação Histórica: A variação histórica nada mais é do que a transformação das palavras com o decorrer do tempo, por meio da própria população que a fala. Esse tipo de variação pode ser notado facilmente na rápida e grande transformação da língua adolescente se nós compararmos o modo de falar atual com o modo de falar de 1940, por exemplo. E quanto mais distanciarmos as comparações, ou seja, a diferença de anos, mais a fala muda.
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Vários aspectos mudaram nesse tempo, desde o sotaque até o surgimento de novas palavras e recentemente o “estrangeirismo” que é o empréstimo de palavras de línguas estrangeiras. Outro exemplo de variação histórica que pode ser dado é o caso da palavra “você” que há tempos atrás era algo muito mais diferente se comparado. Chamava-se: “vosmecê”. É bom saber que a variação histórica está sempre acontecendo, pois a língua é mutável.
SUBVARIAÇÕES
Além das variações convencionais, há subvariações. São elas:
– Gírias: São expressões informais da fala e são empregadas principalmente por jovens de diferentes classes sociais. Sua principal característica é sua capacidade de se transformar rapidamente, sendo que as transformações são mais radicais. Existem línguas que são altamente providas de gírias e por isso estão em constante e grande mudança a ponto de quem falava em uma época, não a conseguir mais entender em outra época. Uma língua desse tipo é, por exemplo, o Slang.
– Jargões: Jargões são, basicamente, gíriasespeciais para uma determinada profissão. É quando alguém usa determinadas palavras para dizer algo relacionado com a tarefa que está executando para algum colega de trabalho. Um exemplo seriam as reuniões administrativas de uma empresa onde são necessários jargões “especiais da empresa”, como podemos ver na seguinte ilustração:

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Na charge, o homem de pé que está apresentando sua proposta para a empresa crescer, direciona sua fala aos seus sócios e por isso utiliza de uma linguagem mais formal e técnica. Outro exemplo seria um diálogo entre médicos em uma sala de cirurgia, ou até mesmo arquitetos discutindo a elaboração de um projeto para a construção de um determinado prédio. Há várias palavras que geralmente devem ser utilizadas para uma compreensão rápida do assunto.
– Dialetos: As subvariações de dialetos ocorrem quando uma limitada população tem um modo de falar exclusivo entre as pessoas que a compõe, porém, para se direcionar com outras pessoas fora daquela limitada população, eles usam a língua geral. Um exemplo disso é quando turistas estrangeiros vão para um país que fala uma língua diferente da deles e eles precisam saber essa língua para se comunicar de modo geral, mas entre eles, falam a língua deles.

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O PRECONCEITO LINGUÍSTICO
A fim de ser possível assimilar o conteúdo de modo mais objetivo, organizei tópicos. São eles:
– Quando surgiu preconceito linguístico?
O preconceito linguístico surgiu de uma confusão que aconteceu no decorrer da história entre a língua e anorma culta, ou seja, a gramática normativa. A questão atual é justamente desfazer a confusão, pois uma coisa é você falar a língua e outra é você registrar ela. A tentativa de registrar a língua e formar uma gramática merece importância e mérito, mas é preciso lembrar que a língua deve ser tratada como uma língua viva que é falada por distintas pessoas. Por isso, é errado se basear apenas na norma culta, pois ela registra apenas parte de todo um sistema de variações linguísticas. E é por falta desse bom senso que o preconceito linguístico existe.
– O que é o preconceito linguístico?
O preconceito linguístico é justamente o entendimento errado do que é uma língua e o achar de que uma língua tem que ser necessariamente e obrigatoriamente falada como mostra a norma culta, sendo que esta é apenas uma visão parcial de todo um conjunto.
– O que o preconceito linguístico pode fazer?
Ora, como sendo primeiramente um tipo de preconceito, já é por si, prejudicial. Alguém que sofre esse tipo de preconceito é excluído de sociedades que se definem “superiores” por seguirem a norma padrão. Há também o caso do preconceito linguístico se generalizar em toda uma região. Esse preconceito atinge, por exemplo, o nordestino pelos ares do sertão, que fala mais “puxado” e de modo um pouco mais “rude”, mas isso é apenas mais uma variação lingüística e deve, portanto, ser respeitada.
– Como combater o preconceito linguístico?
É certo dizer que o preconceito vem da mente da cada indivíduo. Mas muitos não têm o bom senso quedeveriam ter. Ninguém fala a norma culta perfeitamente, pois todos trazem as marcas da região e da sociedade em que vivem, além de todos os outros aspectos relatados em “variações linguísticas”. Então como combater o preconceito? Por meio da informação. O preconceito é um conceito formado sobre alguma coisa antes de conhecê-la totalmente, ou seja, quando houver conhecimento, haverá o respeito e respectivamente, o fim da discriminação.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
<http://www.mundovestibular.com.br/articles/413/1/VARIANTES-LINGUISTICAS/Paacutegina1.html> – 20h 44min – 11/02/11
<http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm> – 21h 05min – 11/02/11
<http://www.mundoeducacao.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm> – 21h 30min – 11/02/11
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Gíria#G.C3.ADria_comum> – 19h 45min – 18/02/11
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Dialeto> – 21h 54min – 18/02/11
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ANEXOS
Figura 1: Edição de duas imagens para melhor aproveitamento gráfico. Mostra uma comparação entre duas épocas diferentes mostrando as mudanças que aconteceram durante o tempo que se passou entre elas.
Figura 2: Edição simples de uma imagem para mostrar quais são as duas regiões que são mencionadas no texto. A imagem de modo geral, é um mapa do Brasil.
Figura 3: Mostra uma sala de aula, ilustrando as condições sociais influenciando variações linguísticas nas pessoas.
Figura 4: Ilustra um grupo de adolescentes para demonstrar a variação sexual, onde a variação linguística vai depender também de qual gênero ou sexo uma pessoa é.
Figura 5: União de duas imagens em uma para ilustrar dois exemplos. Uma ilustra o exemplo de uma reunião de uma empresa e a outra imagem ilustra uma festa. Uma pessoa fala de modo diferente em cada um desses lugares.
Figura 6: Imagem totalmente feita por mim para mostrar uma possível variação histórica de “ô gente” até chegar à época atual como “isso é o ó viu”. Simples e direta. Feita exclusivamente para este relatório.
Figura 7: Mostra a utilização de jargões por parte de um empresário de alguma empresa. Seus jargões são exclusivamente para o seu local de trabalho e mostra a formalidade e técnica necessária para tal profissão.
Figura 8: Mostra um grupo de turistas que foi mencionado como exemplo em “dialetos”.

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